sábado, 25 de junho de 2011

Vocês já devem saber que sou um baiano que não gosta de axé e acarajé. Agora vão saber que sou nordestino que não gosta de festas juninas. Na verdade, não são as festas em si, mas a fumaça que ela gera em torno da tradição que muitos celebram as vezes sem conhecer.

Vou dizer que até gosto de ver o efeito dos fogos no ar, o colorido das quadrilhas e suas danças. As comidas típicas são deliciosas, embora eu as evite, porque são bem mais caras nesta época.

Mas quando o assunto é fogueira, fogos nos ouvidos e gente bêbeda, dá uma vontade enorme de ir para bem longe.

É impressionante como festa junina está ligada intrinsecamente a bebedices. Também, com tanto licor em diversos sabores. O problema é que quem bebe líquido alcoólico tem ligeira tendência ao desrespeito. E não é só na direção não. Eles adoram jogar fogos de artifício nas pessoas.

Tenho impressão que eles descobrem quem tem pavor a fogos para atormentar o coitado, no caso, eu.

Eu sei que as pessoas têm direito de soltar fogos, mas eu também tenho direito de vê-los longe dos meus ouvidos. E a fumaça das fogueiras? Esta, eu não tenho como evitá-la, então: espirro no povo.

Esses dias, no terminal de integração do Maracaju, Zona Norte de Aracaju, um infeliz começou a jogar buscapé de fora para dentro do terminal, assustando os mais acostumados com os fogos. Se eu pego o cidadão...


terça-feira, 21 de junho de 2011




Que a tecnologia melhorou a vida das pessoas ninguém duvida. É incontestável também que ela trouxe algumas dificuldades. Por exemplo, o tablete, é maravilhoso ler jornal e revista na tela dessa maravilhosa invenção, mas vá tentar matar um mosquito ou limpar as partes íntimas.

A invenção que quero atacar é o secador de mãos, colocados em muitos banheiros, é muito bom! Sério. Ecológico também. Mas o papel não pode ser eliminado dos banheiros!

Esses dias usei um banheiro totalmente ecológico, pelo menos enquanto limpo. Lavei as mãos e na hora de enxugar resolvi lavar o rosto. Mim arrependi. Como iria colocar o rosto naquele vapor quente? Preferi sair com a cara molhada

sexta-feira, 10 de junho de 2011




DJAVAN LANÇA NOVO CD EM ARACAJU
Data: 11/06 21h
Local: Teatro Tobias Barreto

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A GALINHA PINTADINHA
Data: 12/06 17h
Local: Teatro Tobias Barreto
Valor: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)
Contato: 3044-3698 / 3179-1490

quinta-feira, 9 de junho de 2011




Este blogueiro andou cansado de escrever. Até que vinha umas ideias, mas na hora de virtualizar na rede mundial de computadores uma senhora chamada preguiça pegava sua vassoura e mim ameaçava. Pensei até em desativar a bagaça.

Mas assim como futebol, política e álcool, blog vicia. As autoridades de saúde devem prestar mais atenção a esse mal. Se usuário de crack tem que ser internado, blogueiro não pode ser ameaçado por uma tal de preguiça.

É isso. Estou de volta e espero com regularidade, com a mesma garra, com a mesma vontade de blogar, com a mesma técnica. Mas espera aí! Por que blogueiro tem mania de comparar sua atividade com outras profissões?

zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz

sábado, 4 de junho de 2011




quarta-feira, 1 de junho de 2011


Se tem uma similaridade nas tecnologias é que quanto mais ela avança menor fica. Os computadores por exemplo, começaram do tamanho de prédio, hoje eles cabem na palma da mão.

Apesar da pequenez, ainda é comum usar PCs ou notbooks tamanho normal. Mas chega um momento que você só tem um Netbook, e se for do bolso cheio, um iPad. Fazem maravilhas, mas na hora de digitar um texto...

Começamos a Aprender escrever em massa em máquina datilográfica. Ela era espaçosa para os dedos, tinha até curso para dominar as técnicas. Depois vieram os teclados de computadores, que a cada dia ficam mais curtos.

Chega um momento que precisamos escrever textos grandes e só temos miniaturas de teclados. Vivi isso na abertura do Levanta Poeira. Muitas matérias em pequeno espaço de tempo. Foi quando, já preguiçoso, achei a solução.

Escrever catando milho.

Sim! Uma técnica que no passado demitia as pessoas agora deixa o serviço mais ágio. Eu mesmo só consegui escrever esse texto em pouco ao lembrar das galinhas. E por isso que digo: o mundo não evolui, ele gira.

E só para constar, não tenho bolsos cheios, tenho dívidas.

Enviado via iPad

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